Descrita como uma jovem cristã de rara beleza, Catarina era filha do rei Costus, de Alexandria (Egito). Muito culta, discutia teologia, política e filosofia com grandes mestres, chamando a atenção para sua ideias. A história de seu martírio começou com a recusa em ser a esposa do imperador romano Maximiano, implacável perseguidor de cristãos.
Elaborada por Mirta Franzoni em fevereiro de 2014.
Ele ofereceu-lhe poder e riqueza em troca da negação de sua fé. Catarina recusou-se e,guiada pelo Espírito Santo, continuou a difundir as verdades de Cristo. Alguns sábios romanos foram chamados para ajudar a convencê-la, no entanto, todos foram tocados pela sabedoria dela e convertidos ao cristianismo. Em resposta,o imperador mandou matar todos eles. Quanto à Catarina, então com 18 anos, foi condenada à tortura com rodas equipadas com lâminas cortantes e pontiagudas. Com os olhos voltados ao céu, rezou e fez o sinal da cruz. Naquele momento,um milagre operou-se e o aparelho de tortura quebrou-se. Transtornado, o imperador Maximiano levou-a para fora da cidade e comandou, pessoalmente,a tortura na roda, ordenando a decapitação da jovem cristã. Após sua morte,outro milagre aconteceu: conta a história que o corpo de Catarina foi levado por anjos até o monte Sinai.Isso aconteceu em 25 de novembro de 305. Três séculos depois, o imperador de Bizâncio,Justiniano mandou construir um mosteiro e uma igreja onde estaria sua sepultura. Entretanto, somente no século VIII seu túmulo foi localizado e,no local foi construída uma igreja que abriga suas relíquias, até hoje. Santa Catarina de Alexandria é a padroeira do nosso Estado, da Congregação das Irmãs de SC,dos Estudantes, dos filósofos e dos Moleiros (trabalhadores de moinhos).

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